terça-feira, 8 de outubro de 2013

Revolta de Beckman


  A Revolta de Beckman, também Revolta dos Irmãos Beckman ou Revolta de Bequimão, ocorreu no então Estado do Maranhão, em 1684. É tradicionalmente considerada como um movimento nativista pela historiografia em História do Brasil.
Causas
 
  Grande insatisfação dos comerciantes, proprietários rurais e população em geral com a Companhia de Comércio do Maranhão, instituída pela coroa portuguesa em 1682. 
 
  Os comerciantes reclamavam do monopólio da Companhia.
 
  Os proprietários rurais contestavam os preços pelos quais a Companhia pagava por seus produtos.
 
  Já grande parte da população maranhense estava insatisfeita com a baixa qualidade e altos preços cobrados pelos produtos manufaturados comercializados pela Companhia na região.

Causas:

   Grande insatisfação dos comerciantes, proprietários rurais e população em geral com a Companhia de Comércio do Maranhão, instituída pela coroa portuguesa em 1682. Os comerciantes reclamavam do monopólio da Companhia.
Manuel Beckman: um dos líderes da revolta  Os proprietários rurais contestavam os preços pelos quais a Companhia pagava por seus produtos. Já grande parte da população maranhense estava insatisfeita com a baixa qualidade e altos preços cobrados pelos produtos manufaturados comercializados pela Companhia na região.

Reação de Portugal:

  A corte portuguesa enviou ao Maranhão um novo governador para acabar com a revolta e colocar ordem na região.Os revoltosos foram presos e julgados. Os irmãos Beckman e Jorge Sampaio foram condenados a forca.
 
  Turma: 1°MAM1_ alunos: Jamile Paixao, Gabriel Luis, Veronica Suzart, Elynoia, Gabriel Araújo, Beatriz Perreira.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O ciclo do ouro

               O ciclo do ouro

 
 
 
   No final do século XVII, as exportações de açúcar brasileiro (produzido nos engenhos do nordeste) começaram a diminuir. Isto ocorreu, pois a Holanda havia começado a produzir este produto nas ilhas da América Central. Com preços mais baixos e boa qualidade, o mercado consumidor europeu passou a dar preferência para o açúcar holandês. 
  Esta crise no mercado de açúcar brasileiro, colocou Portugal numa situação de buscar novas fontes de renda. Foi neste contexto que os bandeirantes, no final do século XVII, começaram a encontrar minas de ouro em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Portugal viu nesta atividade uma nova fonte de renda.
  A descoberta de ouro no Brasil provocou uma verdadeira “corrida do ouro”, durante todo século XVIII (auge do ciclo do ouro). Brasileiros de todas as partes, e até mesmo portugueses, passaram a migrar para as regiões auríferas, buscando o enriquecimento rápido. Doce ilusão, pois a exploração de minas de ouro dependia de altos investimentos em mão-de-obra (escravos africanos), equipamentos e compra de terrenos. Somente os grandes proprietários rurais e grandes comerciantes conseguiram investir neste lucrativo mercado. 

 Cobrança de impostos 

  A coroa portuguesa lucrava com a cobrança de taxas e impostos. Quem encontrava ouro na colônia deveria pagar o quinto. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição (órgão do governo português), que derretia o ouro, transformava-o em barras (com o selo da coroa portuguesa) e retirava 20% (um quinto) para ser enviado para Portugal. Este era o procedimento legal e exigido pela coroa portuguesa, porém, muitos sonegavam mesmo correndo riscos de prisão ou outras punições mais sérias como, por exemplo, o degredo.

Além do quinto, Portugal cobrava de cada região aurífera uma certa quantidade de ouro (aproximadamente 1000 kg anuais). Quando esta taxa não era paga, havia a execução da derrama. Neste caso, soldados entravam nas residências e retiravam os bens dos moradores até completar o valor devido. Esta cobrança gerou muito revolta entre a população.

 

 Mudança da capital

   Com a exploração do ouro, a região Sudeste desenvolveu-se muito, enquanto o Nordeste começou a entrar em crise. Neste contexto, a coroa portuguesa resolveu mudar a capital da colônia de Salvador para o Rio de Janeiro. Desta forma, pretendia deixar a capital próxima ao novo pólo de desenvolvimento econômico. 
 
  Revoltas

   As cobranças excessivas de impostos, as punições e a fiscalização da coroa portuguesa provocaram reações na população. Várias revoltas ocorreram neste período. Podemos citar a Revolta de Felipe de Santos, que era contrário ao funcionamento das Casas de Fundição. A própria Inconfidência Mineira (1789) surgiu da insatisfação com as atitudes da metrópole. Liderados por Tiradentes, os inconfidentes planejavam tornar o Brasil independente de Portugal, livrando o país do controle metropolitano. Apesar de ter sido sufocada, a Inconfidência Mineira tornou-se o símbolo da resistência brasileira.
 
  Turma: 1°MAM 1_ Alunos: Jamile Paixao, Gabriel Araújo, Veronica Suzart, Beatriz Perreira, Gabriel Luis.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Brasil Colônia - A fase do açúcar e as capitanias hereditárias.

O açúcar era um produto de grande aceitação na Europa, onde alcançava grande valor de venda. Após as experiências positivas de cultivo na região Nordeste do Brasil, já que a cana se adaptou bem ao clima e ao solo, teve início o plantio em larga escala. Seria uma forma de Portugal lucrar com o comércio do açúcar, além de começar o povoamento do Brasil.
Ficheiro:Oscar Pereira da Silva - Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500.jpgPara melhor organizar a colônia, o rei resolveu dividir o Brasil em capitanias hereditárias. O território foi dividido em quinze faixas de terras doadas aos donatários. Estes podiam explorar os recursos da terra, mas ficavam encarregados de povoar, proteger e estabelecer o cultivo da cana-de-açúcar.
Em geral, o sistema fracassou, em função da grande distância da Metrópole, da falta de recursos e dos ataques de indígenas e piratas. As capitanias de Pernambuco e São Vicente, que focaram no cultivo da cana-de-açúcar, foram as únicas que apresentaram resultados, graças aos investimentos do rei e de empresários. No início do século XVII, Pernambuco, a mais próspera das capitanias hereditárias, chegou a atingir o posto de maior e mais rica área de produção de açúcar do mundo.
 1º ano NDM2 - GRUPO : Bruno, Ariele, Ivã, Isabel e Débora.

A Chegada da Família Real de Portugal, por Geoff Hunt

     A Europa do século XIX, por afinidade ou à pretensa revelia, viveu sob impacto das transformações realizadas pela Revolução Francesa, síntese de anseios nascidos a partir de profundas contradições do Antigo Regime. Se não os atendeu genuinamente a todos, aqueles conturbados anos de lutas acabaram por operar grandes mudanças nos campos político, sócio-econômico e das idéias. Após vencerem o Rei e sua corte, parte dos revolucionários, sob o comando de Napoleão, tentaram dar à “desordem” o status de nova ordem, enquanto outros monarcas lutavam para torná-la ilegítima.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Revolta de Filipe dos Santos (Brasil Colônia)


O grupo, liderado pelo tropeiro Filipe dos Santos, reivindicava o fechamento das casas de fundição. Prometendo atender a demanda do grupo, o levante retornou à Vila Rica à espera das ações do governador. No entanto, isso serviu para que as tropas portuguesas se organizassem contra os revoltosos. No dia 14 de julho iniciou-se o conflito que prendeu vários participantes e condenou Filipe dos Santos à morte e ao esquartejamento.

Turma - 1NDM02
Equipe: Adrielle Marinho, Alícia Horrana, Paula Caroline, Simone Laira e Tifanny Santana


Economia no Brasil Colônia


No século XVI iniciou-se a exploração do Brasil, a partir da extração do pau-brasil, madeira tintorial, utilizada nas manufaturas de tecidos. Essa atividade, porém, não foi responsável pelo início da colonização, pois a exploração deu-se através de feitorias nômades, em vários pontos do litoral brasileiro, ou seja, durante cerca de 30 anos, não se formou nenhum núcleo de povoamento no Brasil. Somente na década de 30 deste século é que iniciou-se de fato a ocupação da terra, com o início da produção canavieira. Note que as áreas ocupadas pelo açúcar são pequenas, destacando-se a região de Pernambuco e, em menor escala, Bahia e São Vicente.

Turma - 1NDM02
Equipe: Adrielle Marinho, Alícia Horrana, Paula Caroline, Simone Laira e Tifanny Santana



Os bandeirantes (Brasil Colônia)

 Os bandeirantes atuaram na captura de escravos fugitivos, aprisionamento de indígenas, além de procurar pedras e metais preciosos.
 Sempre armados, eram violentos quando se tratava de captura de índios e escravos que fugiam. Os responsáveis pelo desbravamento brasileiro foram eles.
 As expedições de bandeirantes organizadas por particulares ficaram conhecidas como bandeiras e as organizadas pelo governo ficaram conhecidas como Entradas.
 Fernão Dias Pais, Manuel Borba Gato, Bartolomeu, Jorge Velho, Antônio Raposo, Nicolau Barreto e Manuel Preto eram os principais bandeirantes.
Essa é a imagem do bandeirante Jorge Velho, um dos mais importantes.



Turma: 1NDM02
Integrantes: Gabrielle Braga, Grazielle Braga, Ana Gabriela Piño, Eduardo Rodrigues e Ticiane Santos